Silenciosa e sem cura, doença pode levar os gatinhos à morte e precisa ser diagnosticada cedo

O mês de março é amarelo por um motivo importante: os cuidados com a Doença Renal Crônica (DRC). E o mês de cuidado e prevenção das doenças renais também vale para os gatos, que têm frequentemente perda na função dos rins.

Silenciosa e sem cura, a Doença Renal Crônica precisa ser acompanhada em todas as fases da vida do gato. 

O que é a Doença Renal Crônica

Ela é caracterizada pela perda progressiva e/ou funcional dos néfrons do gato –  uma alteração degenerativa que ataca um ou os dois rins do animal e tende a aparecer à medida que eles ganham mais idade. É considerada a principal causa de mortes em gatos acima de 5 anos.

A predisposição também é um fator de risco para o desenvolvimento da doença. Os gatos das raças Maine Coon, Abissinio, Siamês, Russian Blue e Persa possuem essa característica.

Diagnóstico da Doença Renal Crônica

O diagnóstico acontece quando há perda de 45% ou mais da função renal. Mas os sintomas só ficam evidentes quando a perda está em torno de 75%, o que dificulta o diagnóstico precoce. 

Há 5 formas de identificar a DRC:

  • Ultrassom abdominal
  • Exame de urina
  • Teste SDMA (um biomarcador sanguíneo do estado dos rins)
  • Creatinina aumentada 
  • Sintomas

“É importante levar o gato regularmente ao veterinário e fazer os exames para diagnosticar a doença de forma precoce. Tratamento adequado e nutrição podem ajudar muito a qualidade de vida do felino”, explica a responsável pela Clínica We Love Cat, Clarissa Dosualdo

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