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Entenda os cuidados que você deve tomar para dar qualidade de vida ao gato idoso

Acho que todo mundo já se perguntou quantos “anos humanos” tem seu bichinho de estimação, né? A idade dos animais é bem diferente e isso vale para os gatinhos. Para se ter uma ideia, com apenas seis meses de vida a idade humana dos gatos já é de uma criança de 9 anos. 

E essa contagem continua relativamente rápida, se comparada aos humanos. Com 7 anos, idade que o gatinho começa a deixar de ser jovem e precisar de cuidados mais constantes, ele teria 44 anos se fosse humano. 

Cuidados com gato idoso

Entender essa idade humana dos gatos é importante para saber quando os cuidados devem ser mais constantes na vida do felino. Se não tiver acompanhamento, o gatinho pode sofrer muito quando idoso. 

Eles ficam menos ativos, menos dispostos, brincam e correm menos quando entram na fase idosa. E por ficarem mais quietos precisam de atenção especial dos tutores, explica a veterinária responsável pela Clínica We Love Cat, Dra. Clarissa Dosualdo. 

Os problemas nas articulações são comuns – principalmente nos membros e coluna. Por isso, muitos tutores adequam os espaços para que eles continuem subindo onde gostam e têm costume, como é o caso das camas, janelas e bancadas.

“É importante cuidar dos gatinhos desde filhotes para que eles cheguem à vida idosa com qualidade. Depende muito de gato para gato, mas muitas questões são possíveis de se prevenir”, afirma Clarissa. 

Problemas renais

É o caso dos problemas renais crônicos, que castigam os gatos idosos. Com o passar dos anos, os rins perdem a capacidade de filtrar o sangue e o felino pode ficar bem debilitado. 

“Por isso é preciso investir na medicina preventiva e acompanhar pelo menos a cada 6 meses os gatos a partir de 7 ou 8 anos”, completa a veterinária. 

Segundo ela, com o acompanhamento, medição de pressão e exames, é possível adequar a dieta, ingestão de água e intervir logo que os rins começarem a apresentar problemas. 

Cognição

Outro problema comum que pode ser evitado e amenizado é a perda de cognição – o raciocínio propriamente dito dos gatinhos para explicar de forma mais simples. 

Se não forem estimulados durante toda a vida, eles podem apresentar, quando idosos, problemas de cognição. A forma com que chegarão à fase idosa dependerá de cada gato e estilo de vida.

“São os casos de gatos que não são acostumados com brincadeiras de caçar, por exemplo, e quando ficam idosos passam a miar exageradamente virados para a parede ou sem sentido, em horários diferentes, coisas que não costumavam fazer quando jovens”.

Os dentes também podem ser dor de cabeça para os gatinhos idosos. Se não houver costume de escovação desde filhotes e remoção periódica de tártaros, eles podem ter casos graves de gengivite e parar de comer por conta da dor.

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